Ter uma ilha na cozinha é a melhor maneira de transformar o espaço destinado ao preparo dos alimentos, em um verdadeiro local de convivência.
A estrutura quadrada ou em “L” da bancada permite ainda conectar ambientes e aproveitar melhor o espaço em grandes áreas. Mas antes de instalar a bancada, é essencial pensar sobre o projeto.
O tamanho do ambiente será um fator decisivo nesta hora, já que a área permitirá incluir (ou não) vários aparelhos na própria ilha. “O mais importante é que as reais necessidades do morador sejam atendidas.
Caso não haja espaço, pode-se optar pela retirada de paredes integrando a cozinha a outro espaço”, diz Alexandre Toffani, designer de produtos da Kitchens.
No projeto da cozinha gourmet, é importante considerar que a inclusão do cooktop ou da pia exige, no mínimo, 90 cm de profundidade na bancada e outros 60 cm de espaço livre em cada lado do aparelho.
Mas a ilha pode também servir apenas para o preparo de refeições rápidas, algo que permite incluí-la em ambientes pequenos. Uma bancada que acomode duas pessoas deve ter um espaço mínimo de 1,20 de largura e 70 cm de profundidade.
“É fundamental acertar no projeto, pois medidas erradas acabam gerando dificuldades de circulação e até o impedimento da abertura das portas dos eletrodomésticos”, afirma Toffani.
O próximo passo para ter uma ilha na cozinha é fazer as adaptações estruturais necessárias. É fundamental garantir a presença de pontos de eletricidade, hidráulica e tubulação de gás na ilha. Além disso, cuide para que tais pontos fiquem na posição correta dos eletrodomésticos (caso estejam incluídos no projeto).
Outro ponto a ser estudado é a presença de uma coifa eficiente na cozinha, evitando que os odores do fogão ou cooktop se espalhem pelo ambiente. Saiba apenas que, de qualquer maneira, a presença de tais aparelhos causa o desconforto de limpar a bancada da ilha com mais frequência.
Outro passo do projeto é decidir o melhor revestimento para a ilha. A escolha deve ser orientada segundo a utilidade do espaço. Cozinhas com uso intenso exigem bancadas revestidas por materiais resistentes, de baixa porosidade e de fácil manutenção.
As opções mais indicadas são: Corian, Silestone ou Inox. “O granito é uma opção a ser considerada, pois é resistente e menos poroso do que o mármore. A desvantagem é a quantidade de cores restrita”, diz Carol Farah, arquiteta.
Materiais nobres (como pedras e madeiras) também podem ser usados para revestir a bancada, no entanto, pedem mais cuidado de manutenção e devem ser instalados em ilhas com pouco uso.
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Fonte: Infinite CRM
















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